
Religião é Veneno
PUG - Estudos Muçulmanicos
Autor: O ENCOSTO | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 1881 Comentários: 40

Meca só foi inventada pq os judeus e o povo que vivia em jerusalem botaram o maomé para correr.
Naquela época, a maioria dos habitantes de Jerusalén e daquela região em geral eram cristãos ortodoxos.
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Data da postagem: 17/12/2023, 11:20

Mas não com a importância que Meca tem.
Também correto.
Jerusalém foi o epicentro original do Islã.
Maomé decretou em princípio que era voltados em direção a Jerusalém que os muçulmanos deveriam orar.
Depois que os judeus deram um chega prá lá no Profeta, como lembrou o Encosto, Meca assumiu este papel.
Se Jerusalém tivesse continuado como centro espiritual do Islã e agregado o de destino das peregrinações rituais obrigatórias (Haij), é muito provável que a ONU relutasse em decretar um Estado Judeu na Palestina e se o fizesse proporia uma divisão de território que não incluísse Jerusalém.
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Data da postagem: 17/12/2023, 12:52

Fernando_Silva escreveu:Volpiceli escreveu:Acauan escreveu:O ENCOSTO escreveu:Meca só foi inventada pq os judeus e o povo que vivia em jerusalem botaram o maomé para correr.
Correto!
Acho que foi melhor assim. Se Jerusalém tivesse o status que Meca tem, de cidade sagrada, aquela região da palestina seria bem mais conflituosa.
Mas ela tem. Maomé disse que foi teleportado de Meca a Jerusalém e de lá visitou os céus montado em um cavalo alado.
No lugar de onde ele partiu, o Domo da Rocha, em Jerusalém, foi construída uma mesquita. A área também é considerada sagrada pelos judeus porque teria sido usada como local de culto por Abraão, Jacó e outros, portanto gera muitos conflitos.
Foi ali que Abraão quase sacrificou seu próprio filho e o rei Salomão construiu o primeiro templo.
Mas não com a importância que Meca tem.
Pois é. Mas importante o bastante para judeus e islamitas se matarem constantemente pelo controle da área.
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Data da postagem: 18/12/2023, 07:30

by: Fernando_Silva
Mas ela tem. Maomé disse que foi teleportado de Meca a Jerusalém e de lá visitou os céus montado em um cavalo alado.
No lugar de onde ele partiu, o Domo da Rocha, em Jerusalém, foi construída uma mesquita. A área também é considerada sagrada pelos judeus porque teria sido usada como local de culto por Abraão, Jacó e outros, portanto gera muitos conflitos.
Foi ali que Abraão quase sacrificou seu próprio filho e o rei Salomão construiu o primeiro templo.
Inventou essa estoria para "marcar territorio" e linkar o maometanismo com o judaismo. O cara vinha falando que a seita nova era mais uma revelação do mesmo deus, tava dando importancia para jerusalem, precisava fechar com chave de ouro já que não conseguiu se estabelecer lá.
Pa chegar lá só por tele transporte. A entrada principal estava fechada para ele.
Mas ela tem. Maomé disse que foi teleportado de Meca a Jerusalém e de lá visitou os céus montado em um cavalo alado.
No lugar de onde ele partiu, o Domo da Rocha, em Jerusalém, foi construída uma mesquita. A área também é considerada sagrada pelos judeus porque teria sido usada como local de culto por Abraão, Jacó e outros, portanto gera muitos conflitos.
Foi ali que Abraão quase sacrificou seu próprio filho e o rei Salomão construiu o primeiro templo.
Inventou essa estoria para "marcar territorio" e linkar o maometanismo com o judaismo. O cara vinha falando que a seita nova era mais uma revelação do mesmo deus, tava dando importancia para jerusalem, precisava fechar com chave de ouro já que não conseguiu se estabelecer lá.
Pa chegar lá só por tele transporte. A entrada principal estava fechada para ele.
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Data da postagem: 18/12/2023, 08:59



O Alcorão manda matar quem não é muçulmano?
Por Natan Rufino 8 de agosto de 2016
Texto escrito na época do ataque a Charlie Hebdo:
A Europa e o mundo se veem impressionados com os últimos acontecimentos envolvendo muçulmanos e a “pecaminosa liberdade de expressão ocidental”, como a chamam alguns “pensadores” islâmicos. Pelo menos 12 mortos e uma mensagem clara: “não falem mal de Alá! Não falem mal de Maomé! Não falem mal do Alcorão! Não falem mal do Islamismo! Se não vos submeterdes, nós os mataremos!”
Diante da impressionante cena de “vingança” por parte de “muçulmanos radicais” (ainda que esta expressão seja um tanto quanto redundante), o mundo se mostra chocado sem saber como administrar os sentimentos em relação à ligação entre atentados desta natureza e a famosa “religião da paz”, o islamismo. Aqui se faz necessário o velho adágio popular: “O pior cego é aquele que não quer ver”.
Em meio a todos os comentários televisionados pelo mundo, vejo que o pior inimigo para as atuais sociedades ocidentais que desejam o mínimo de paz e harmonia possíveis são os muçulmanos considerados MODERADOS, pois estes bons moços iludem aos que não conhecem os fundamentos do islamismo e os fazem acreditar que, talvez, estes “terroristas loucos” sejam apenas alguns desequilibrados que NÃO SEGUEM os verdadeiros fundamentos do Islã.
Quero repetir pelo menos 4 coisas sobre o ISLAMISMO que você PRECISA saber:
Quando você assistir a um suposto “muçulmano moderado” dando entrevistas sobre o acontecimento em Charlie Hebdo e você o ouvir dizer que tais práticas nada tem a ver com o Islamismo, saiba de uma coisa desde já: Ou ele está praticando a Taqiyya, dissimulando e torcendo a verdade de forma consciente, ou ele não é um verdadeiro muçulmano seguidor de Maomé, ou simplesmente não sabe quais os fundamentos essenciais de sua suposta religião.
No Alcorão existem pelo menos 164 versos que conclamam todos os muçulmanos à guerra contra os “infiéis”. Alguns dos versos são bem explícitos com ordens de amputação de partes do corpo e também decapitações, e ordenam o assassinato de “infiéis” onde quer que se encontrem. Aos muçulmanos que não se juntam à esta guerra o Alcorão os chama de HIPÓCRITAS e são avisados de que Alá os enviará para o inferno se eles não se juntarem à “tão importante” carnificina. Diferentemente de textos de violência do Antigo Testamento, os textos do Alcorão não são apenas descritivos ou históricos; ao contrário disso, são textos mandatórios e NÃO ESTÃO limitados a um contexto passado e já obsoleto.
O problema no Islamismo não se refere à presença de má pessoas em seu meio, mas à má ideologia presente na própria “religião” em si. O próprio exemplo pessoal de Maomé, seu fundador, e todo o legado espalhado pela história, mostram o rastro de sangue deixado pelo Islamismo onde quer que se tenha feito presente.
Leia alguns dos versos do ALCORÃO citados abaixo e depois separe 14 segundos para meditar e tentar descobrir de onde vêm tamanha violência e intransigência praticada pelos seguidores de Maomé:
https://natanrufino.com.br/audios/islamismo-audios/o-alcorao-manda-matar-os-outros/
Por Natan Rufino 8 de agosto de 2016
Texto escrito na época do ataque a Charlie Hebdo:
A Europa e o mundo se veem impressionados com os últimos acontecimentos envolvendo muçulmanos e a “pecaminosa liberdade de expressão ocidental”, como a chamam alguns “pensadores” islâmicos. Pelo menos 12 mortos e uma mensagem clara: “não falem mal de Alá! Não falem mal de Maomé! Não falem mal do Alcorão! Não falem mal do Islamismo! Se não vos submeterdes, nós os mataremos!”
Diante da impressionante cena de “vingança” por parte de “muçulmanos radicais” (ainda que esta expressão seja um tanto quanto redundante), o mundo se mostra chocado sem saber como administrar os sentimentos em relação à ligação entre atentados desta natureza e a famosa “religião da paz”, o islamismo. Aqui se faz necessário o velho adágio popular: “O pior cego é aquele que não quer ver”.
Em meio a todos os comentários televisionados pelo mundo, vejo que o pior inimigo para as atuais sociedades ocidentais que desejam o mínimo de paz e harmonia possíveis são os muçulmanos considerados MODERADOS, pois estes bons moços iludem aos que não conhecem os fundamentos do islamismo e os fazem acreditar que, talvez, estes “terroristas loucos” sejam apenas alguns desequilibrados que NÃO SEGUEM os verdadeiros fundamentos do Islã.
Quero repetir pelo menos 4 coisas sobre o ISLAMISMO que você PRECISA saber:
- As passagens do Corão que falam de harmonia e paz são as primeiras citações de Maomé a serem escritas e as mais violentas constituem a segunda parte das citações. As mais recentes REVOGAM as primeiras, ou seja, as passagens violentas, intransigentes e que exigem assassinatos em massa e decapitações são as que estão valendo HOJE!
- A SHARIA é um tipo de lei que os muçulmanos têm a obrigação de implantar em todo o mundo e não podem descansar enquanto isso não se tornar uma realidade global. Para eles, democracia é pecado e abominação. Segundo eles a LIBERDADE DE EXPRESSÃO é uma falha na sociedade atual e serve apenas de brecha útil para a reivindicação da implantação do Islamismo. SHARIA, é a lei pela qual eles se sentem no direito de bater em suas esposas, açoitar publicamente alcoólatras e aqueles que jogam, amputar as mãos de ladrões, executar homossexuais, açoitar fornicadores e apedrejar até à morte aqueles que cometeram adultério. Pela própria SHARIA também são condenados à morte quem ousar criticar MAOMÉ, o ALCORÃO ou o ISLAMISMO. Tal “lei” ainda determina que os que abandonam o Islamismo sejam assassinados em nome de Alá e determina que aqueles que creem que Jesus é filho de Deus sejam decapitados. É também dever de todo muçulmano fazer guerra (JIHAD) contra todos os povos até que todas as sociedades e governos se curvem à “religião de Deus” em suas terras.
- Os muçulmanos PODEM ENGANAR quem não é muçulmano se isso for proteger suas vidas ou o islamismo. Também podem mentir em nome de Alá se isso favorecer o avanço e a expansão do ISLAMISMO em uma sociedade ou nação não muçulmana. Duas das palavras no mundo islâmico conhecidas por representar essa prática são: TAQIYYA e KITMAN.
- Quando os muçulmanos presentes em uma sociedade são a minoria, eles costumam citar os versos do Alcorão que falam de paz e harmonia, mas quando o número passa da metade da população local, é comum acontecer deles se tornarem mais agressivos e promoverem a incitação e mobilização islâmica através dos versos violentos.
Quando você assistir a um suposto “muçulmano moderado” dando entrevistas sobre o acontecimento em Charlie Hebdo e você o ouvir dizer que tais práticas nada tem a ver com o Islamismo, saiba de uma coisa desde já: Ou ele está praticando a Taqiyya, dissimulando e torcendo a verdade de forma consciente, ou ele não é um verdadeiro muçulmano seguidor de Maomé, ou simplesmente não sabe quais os fundamentos essenciais de sua suposta religião.
No Alcorão existem pelo menos 164 versos que conclamam todos os muçulmanos à guerra contra os “infiéis”. Alguns dos versos são bem explícitos com ordens de amputação de partes do corpo e também decapitações, e ordenam o assassinato de “infiéis” onde quer que se encontrem. Aos muçulmanos que não se juntam à esta guerra o Alcorão os chama de HIPÓCRITAS e são avisados de que Alá os enviará para o inferno se eles não se juntarem à “tão importante” carnificina. Diferentemente de textos de violência do Antigo Testamento, os textos do Alcorão não são apenas descritivos ou históricos; ao contrário disso, são textos mandatórios e NÃO ESTÃO limitados a um contexto passado e já obsoleto.
O problema no Islamismo não se refere à presença de má pessoas em seu meio, mas à má ideologia presente na própria “religião” em si. O próprio exemplo pessoal de Maomé, seu fundador, e todo o legado espalhado pela história, mostram o rastro de sangue deixado pelo Islamismo onde quer que se tenha feito presente.
Leia alguns dos versos do ALCORÃO citados abaixo e depois separe 14 segundos para meditar e tentar descobrir de onde vêm tamanha violência e intransigência praticada pelos seguidores de Maomé:
https://natanrufino.com.br/audios/islamismo-audios/o-alcorao-manda-matar-os-outros/
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Data da postagem: 19/03/2024, 13:12

Os islamitas querem que volte a mutilação feminina porque "Deus quer, porque é um valor cultural e os ocidentais não devem interferir"
Gâmbia quer voltar a legalizar mutilação genital feminina. "Foi a coisa mais dolorosa ver homens a reduzir a nossa dor à influência ocidental"
Ao final de oito anos, uma maioria dos deputados gambianos quer reverter a lei que proíbe a excisão feminina no país. O projeto vai agora ser analisado por uma comissão parlamentar, esperando-se uma decisão final dentro de três meses. Especialistas temem que abra caminho à reversão de outras leis, como a que proíbe o casamento infantil
Joana Azevedo Viana 19-03-2024

Proibida na Gâmbia desde 2015, a mutilação genital feminina (MGF) pode vir a ser novamente legal no país, depois de uma maioria de deputados ter aprovado um projeto-lei para reverter a ilegalização aprovada há oito anos. A votação teve lugar na segunda-feira, quando os deputados decidiram enviar a proposta para uma comissão parlamentar, na prática adiando a decisão final por pelo menos três meses.
Os ativistas que lutam contra a MGF na nação de 2,64 milhões de habitantes, de maioria muçulmana, temem a reversão de décadas de trabalho para proteger as raparigas e mulheres gambianas de uma prática que continua a ser realidade em pelo menos 92 países – apesar de em 51 deles já estar proibida por lei, apontam dados da ONG Equality Now.
[...]
De acordo com um inquérito nacional das autoridades de saúde da Gâmbia, três quartos das raparigas e mulheres do país com entre 15 e 49 anos já foram sujeitas à prática de excisão feminina, que inclui a remoção parcial ou total da genitália externa, muitas vezes às mãos de pessoas sem formação médica e com recurso a instrumentos como lâminas de barbear.
Segundo a AP, sob a crença errónea de que a MGF controla a sexualidade das mulheres, há relatos de crianças com menos de cinco anos a serem sujeitas ao procedimento, que não raras vezes resulta em perda de sangue abundante e, em última instância, morte – para além do óbvio impacto na saúde sexual e reprodutiva das mulheres.
Do total de deputados, 42 votaram a favor de enviar o projeto-lei para a comissão parlamentar, e apenas quatro votaram contra a medida, defendida pelo deputado Almameh Gibba como um "suporte da lealdade religiosa e salvaguarda das normas e valores culturais” da Gâmbia. Os que se opõem à medida dizem que mutilar a genitália das mulheres contraria as regras islâmicas, com ativistas anti-MGF a sublinharem que a prática não encontra sustento no Alcorão.
https://cnnportugal.iol.pt/gambia/mutilacao-genital-feminina/gambia-quer-voltar-a-legalizar-mutilacao-genital-feminina-foi-a-coisa-mais-dolorosa-ver-homens-a-reduzir-a-nossa-dor-a-influencia-ocidental/20240319/65f9c35ed34e87e0c08aeabb
Gâmbia quer voltar a legalizar mutilação genital feminina. "Foi a coisa mais dolorosa ver homens a reduzir a nossa dor à influência ocidental"
Ao final de oito anos, uma maioria dos deputados gambianos quer reverter a lei que proíbe a excisão feminina no país. O projeto vai agora ser analisado por uma comissão parlamentar, esperando-se uma decisão final dentro de três meses. Especialistas temem que abra caminho à reversão de outras leis, como a que proíbe o casamento infantil
Joana Azevedo Viana 19-03-2024

Proibida na Gâmbia desde 2015, a mutilação genital feminina (MGF) pode vir a ser novamente legal no país, depois de uma maioria de deputados ter aprovado um projeto-lei para reverter a ilegalização aprovada há oito anos. A votação teve lugar na segunda-feira, quando os deputados decidiram enviar a proposta para uma comissão parlamentar, na prática adiando a decisão final por pelo menos três meses.
Os ativistas que lutam contra a MGF na nação de 2,64 milhões de habitantes, de maioria muçulmana, temem a reversão de décadas de trabalho para proteger as raparigas e mulheres gambianas de uma prática que continua a ser realidade em pelo menos 92 países – apesar de em 51 deles já estar proibida por lei, apontam dados da ONG Equality Now.
[...]
De acordo com um inquérito nacional das autoridades de saúde da Gâmbia, três quartos das raparigas e mulheres do país com entre 15 e 49 anos já foram sujeitas à prática de excisão feminina, que inclui a remoção parcial ou total da genitália externa, muitas vezes às mãos de pessoas sem formação médica e com recurso a instrumentos como lâminas de barbear.
Segundo a AP, sob a crença errónea de que a MGF controla a sexualidade das mulheres, há relatos de crianças com menos de cinco anos a serem sujeitas ao procedimento, que não raras vezes resulta em perda de sangue abundante e, em última instância, morte – para além do óbvio impacto na saúde sexual e reprodutiva das mulheres.
Do total de deputados, 42 votaram a favor de enviar o projeto-lei para a comissão parlamentar, e apenas quatro votaram contra a medida, defendida pelo deputado Almameh Gibba como um "suporte da lealdade religiosa e salvaguarda das normas e valores culturais” da Gâmbia. Os que se opõem à medida dizem que mutilar a genitália das mulheres contraria as regras islâmicas, com ativistas anti-MGF a sublinharem que a prática não encontra sustento no Alcorão.
https://cnnportugal.iol.pt/gambia/mutilacao-genital-feminina/gambia-quer-voltar-a-legalizar-mutilacao-genital-feminina-foi-a-coisa-mais-dolorosa-ver-homens-a-reduzir-a-nossa-dor-a-influencia-ocidental/20240319/65f9c35ed34e87e0c08aeabb
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Data da postagem: 19/03/2024, 15:47

"Estudos muçulmanos"


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Data da postagem: 20/03/2024, 08:36

Clássico.
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Data da postagem: 20/03/2024, 18:55