Religião é Veneno
Pablo Marçal
Autor: Judas | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 3121 Comentários: 309
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Marçal seria a história se repetindo como farsa.
O problema é que nem deu tempo da história virar história e o cara já me vem tentando repetir a dose.

As cópias sempre serão menos autênticas.
Bolsonaro foi percebido pela população como aquele cara que estava lá anos e anos se opondo à bandidolatria petista e quase ninguém levava a sério.
Daí veio o caso do Champinha com a Maria do Rosário defendendo o monstro e concomitantemente os assassinatos no país passando dos 60 mil por ano.

Disso o povo concluiu:
"Todo mundo tratando o cara como doido e no final quem estava certo era ele."
Havia contexto o suficiente pra que se acreditasse no Bolsonaro. Aquilo foi orgânico.

Já o Marçal não tem nada disso. A imprensa está apenas mais partidária do que nunca e humilhar jornalistas da forma com que Marçal humilhou é satisfatório pra caralho de assistir.
Mas agora no pós eleição onde ele não foi eleito aquele gostinho amargo de ter tomado a decisão errada se vai ao menos pra mim. Não era uma decisão trivial embora as pessoas que sigo como o Fernão e o Figueiredo se mostraram mais corretos e por conta disso ganharam mais credibilidade comigo.
Marçal está agindo como o MBL e isso dispensa maiores explicações
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Já o Marçal não tem nada disso. A imprensa está apenas mais partidária do que nunca e humilhar jornalistas da forma com que Marçal humilhou é satisfatório pra caralho de assistir.
Isso resume o motivo de toda a simpatia que senti por ele.

Fazia tempo que esse bando de jornazista FDP estava merecendo algo do tipo.

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O Marçal não era a pessoa que mereciamos, mas sim a pessoa que o sistema merece. Foi um cínico indo contra cínicos.
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No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.

É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
Por isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
O resultado de Marçal nessas eleições não é essa inovação toda que você tá pintando aí não.

Desde a eleição de Bolsonaro em 2018, vários políticos de fora do sistema já tinham sido eleitos com poucos recursos utilizados.

O Partido Novo (que hoje aderiu ao fundão) naquela época não utilizava fundo eleitoral e nem partidário. O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi eleito assim. Parlamentares como Marcel Van Hatten, Vinicius Poit e Nikolas Ferreira (que por sinal foi o deputado mais votado em 2022) também fizeram suas campanhas basicamente pelas redes sociais. Aliás, o Nikolas fez votação recorde em 2022, com 1,4 milhões de votos para deputado.

O próprio Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA em 2018 com recursos limitadíssimos, impulsionado principalmente por tráfego orgânico da internet.

Então, não. Marçal não é nenhuma virada de chave na política. O resultado dele é sim expressivo, mas não é o único, nem o principal e muito menos o primeiro a realizar tamanha façanha.

O fundo eleitoral e partidário já era um engodo muito antes dessa eleição. O Marçal apenas reforçou aquilo que já era apontado por outros políticos.

NPC, isso só prova que o sistema está desgastado e que fundo partidário deixou de ser diferencial e isso ficou mais evidente. Você só repetiu aquilo que já tinha dito antes.

E se eu me lembro bem nao sei se Bolsonaro usou fundo eleitoral. Mas a difusão na internet foi bem grande.
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Bolsonaro usou, mas a quantidade que ele recebeu em 2018 foi inexpressiva ante aos grandes partidos. O fator impulsionador foi as redes sociais.

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Marçal seria a história se repetindo como farsa.
O problema é que nem deu tempo da história virar história e o cara já me vem tentando repetir a dose.

As cópias sempre serão menos autênticas.
Bolsonaro foi percebido pela população como aquele cara que estava lá anos e anos se opondo à bandidolatria petista e quase ninguém levava a sério.
Daí veio o caso do Champinha com a Maria do Rosário defendendo o monstro e concomitantemente os assassinatos no país passando dos 60 mil por ano.

Disso o povo concluiu:
"Todo mundo tratando o cara como doido e no final quem estava certo era ele."
Havia contexto o suficiente pra que se acreditasse no Bolsonaro. Aquilo foi orgânico.

Já o Marçal não tem nada disso. A imprensa está apenas mais partidária do que nunca e humilhar jornalistas da forma com que Marçal humilhou é satisfatório pra caralho de assistir.
Mas agora no pós eleição onde ele não foi eleito aquele gostinho amargo de ter tomado a decisão errada se vai ao menos pra mim. Não era uma decisão trivial embora as pessoas que sigo como o Fernão e o Figueiredo se mostraram mais corretos e por conta disso ganharam mais credibilidade comigo.
Marçal está agindo como o MBL e isso dispensa maiores explicações
Tem a questão das redes sociais, que lá pelos anos 2000 não era assim tão acessível à grande massa.

Tanto é que por conta da internet o Dr. Enéas passou a fazer sucesso depois de 2010, sendo que era visto como louco nos anos 90.

Se Enéas tivesse surgido pós 2010, certamente teria sido percebido pela população, por conta da influência das redes sociais.

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No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.

É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
Por isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
O resultado de Marçal nessas eleições não é essa inovação toda que você tá pintando aí não.

Desde a eleição de Bolsonaro em 2018, vários políticos de fora do sistema já tinham sido eleitos com poucos recursos utilizados.

O Partido Novo (que hoje aderiu ao fundão) naquela época não utilizava fundo eleitoral e nem partidário. O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi eleito assim. Parlamentares como Marcel Van Hatten, Vinicius Poit e Nikolas Ferreira (que por sinal foi o deputado mais votado em 2022) também fizeram suas campanhas basicamente pelas redes sociais. Aliás, o Nikolas fez votação recorde em 2022, com 1,4 milhões de votos para deputado.

O próprio Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA em 2018 com recursos limitadíssimos, impulsionado principalmente por tráfego orgânico da internet.

Então, não. Marçal não é nenhuma virada de chave na política. O resultado dele é sim expressivo, mas não é o único, nem o principal e muito menos o primeiro a realizar tamanha façanha.

O fundo eleitoral e partidário já era um engodo muito antes dessa eleição. O Marçal apenas reforçou aquilo que já era apontado por outros políticos.

NPC, isso só prova que o sistema está desgastado e que fundo partidário deixou de ser diferencial e isso ficou mais evidente. Você só repetiu aquilo que já tinha dito antes.

E se eu me lembro bem nao sei se Bolsonaro usou fundo eleitoral. Mas a difusão na internet foi bem grande.
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‍Em 2018 o PSL em que o Bolsonaro estava tinha pouquíssimo fundo partidário pois na época tinha pouquíssimos deputados.
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Marçal seria a história se repetindo como farsa.
O problema é que nem deu tempo da história virar história e o cara já me vem tentando repetir a dose.

As cópias sempre serão menos autênticas.
Bolsonaro foi percebido pela população como aquele cara que estava lá anos e anos se opondo à bandidolatria petista e quase ninguém levava a sério.
Daí veio o caso do Champinha com a Maria do Rosário defendendo o monstro e concomitantemente os assassinatos no país passando dos 60 mil por ano.

Disso o povo concluiu:
"Todo mundo tratando o cara como doido e no final quem estava certo era ele."
Havia contexto o suficiente pra que se acreditasse no Bolsonaro. Aquilo foi orgânico.

Já o Marçal não tem nada disso. A imprensa está apenas mais partidária do que nunca e humilhar jornalistas da forma com que Marçal humilhou é satisfatório pra caralho de assistir.
Mas agora no pós eleição onde ele não foi eleito aquele gostinho amargo de ter tomado a decisão errada se vai ao menos pra mim. Não era uma decisão trivial embora as pessoas que sigo como o Fernão e o Figueiredo se mostraram mais corretos e por conta disso ganharam mais credibilidade comigo.
Marçal está agindo como o MBL e isso dispensa maiores explicações
Tem a questão das redes sociais, que lá pelos anos 2000 não era assim tão acessível à grande massa.

Tanto é que por conta da internet o Dr. Enéas passou a fazer sucesso depois de 2010, sendo que era visto como louco nos anos 90.

Se Enéas tivesse surgido pós 2010, certamente teria sido percebido pela população, por conta da influência das redes sociais.

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Sim, mas se for ver de verdade, de verdade mesmo, o que aconteceu é que porque não haviam redes sociais em 1994 é que ele não ficou famoso na época.

Toda a mídia, a cultura e as universidades aderiram ao modelo de ditadura criado em 1988.
O fim da ditadura dos militares deu início a esta nova ditadura onde um campo político se revezava no poder e excluía do debate através de vexação pública toda a outra parte do debate público.

A oposição entre os permitidos a ocupar o poder era apenas administrativa, o resto era um concurso pra saber a que nível de esquerdismo o país deveria se render.

Desde que me entendo por gente todo direitista que sentava no centro do Roda Viva ou era um louco ou era um Judas pra ser malhado pela jornalistada podre de esquerda.
Por muito tempo só figuras mais excêntricas conseguiam dizer o óbvio que, se dito por alguma pessoa com pretensões eleitorais, significaria a derrota política completa por conta do linchamento que sofreria das redações sem ter um único veículo à altura pra usar como defesa.

Assista aos programas com o Paulo Francis, são 2 nos anos 90.
Lá você verá o nível dos jornalistas que falavam do preparo do Lula...
Este foi o Brasil pós 1988 que durou mais ou menos até aquela treta da Maria do Rosário com o Bolsonaro e acabou de vez com as manifestações de 2013.
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Por isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
O resultado de Marçal nessas eleições não é essa inovação toda que você tá pintando aí não.

Desde a eleição de Bolsonaro em 2018, vários políticos de fora do sistema já tinham sido eleitos com poucos recursos utilizados.

O Partido Novo (que hoje aderiu ao fundão) naquela época não utilizava fundo eleitoral e nem partidário. O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi eleito assim. Parlamentares como Marcel Van Hatten, Vinicius Poit e Nikolas Ferreira (que por sinal foi o deputado mais votado em 2022) também fizeram suas campanhas basicamente pelas redes sociais. Aliás, o Nikolas fez votação recorde em 2022, com 1,4 milhões de votos para deputado.

O próprio Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA em 2018 com recursos limitadíssimos, impulsionado principalmente por tráfego orgânico da internet.

Então, não. Marçal não é nenhuma virada de chave na política. O resultado dele é sim expressivo, mas não é o único, nem o principal e muito menos o primeiro a realizar tamanha façanha.

O fundo eleitoral e partidário já era um engodo muito antes dessa eleição. O Marçal apenas reforçou aquilo que já era apontado por outros políticos.

NPC, isso só prova que o sistema está desgastado e que fundo partidário deixou de ser diferencial e isso ficou mais evidente. Você só repetiu aquilo que já tinha dito antes.

E se eu me lembro bem nao sei se Bolsonaro usou fundo eleitoral. Mas a difusão na internet foi bem grande.
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Bolsonaro usou, mas a quantidade que ele recebeu em 2018 foi inexpressiva ante aos grandes partidos. O fator impulsionador foi as redes sociais.

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Mesmo assim, NPC. Esse pleito foi a prova de que a disputa com meios orgânicos tornou a coisa mais "equilibrada" mesmo com o banimento de redes sociais como o X. Porque não foi um fenômeno somente o Marçal e, mesmo que fosse, existe as circunstâncias.
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Marçal seria a história se repetindo como farsa.
O problema é que nem deu tempo da história virar história e o cara já me vem tentando repetir a dose.

As cópias sempre serão menos autênticas.
Bolsonaro foi percebido pela população como aquele cara que estava lá anos e anos se opondo à bandidolatria petista e quase ninguém levava a sério.
Daí veio o caso do Champinha com a Maria do Rosário defendendo o monstro e concomitantemente os assassinatos no país passando dos 60 mil por ano.

Disso o povo concluiu:
"Todo mundo tratando o cara como doido e no final quem estava certo era ele."
Havia contexto o suficiente pra que se acreditasse no Bolsonaro. Aquilo foi orgânico.

Já o Marçal não tem nada disso. A imprensa está apenas mais partidária do que nunca e humilhar jornalistas da forma com que Marçal humilhou é satisfatório pra caralho de assistir.
Mas agora no pós eleição onde ele não foi eleito aquele gostinho amargo de ter tomado a decisão errada se vai ao menos pra mim. Não era uma decisão trivial embora as pessoas que sigo como o Fernão e o Figueiredo se mostraram mais corretos e por conta disso ganharam mais credibilidade comigo.
Marçal está agindo como o MBL e isso dispensa maiores explicações
Tem a questão das redes sociais, que lá pelos anos 2000 não era assim tão acessível à grande massa.

Tanto é que por conta da internet o Dr. Enéas passou a fazer sucesso depois de 2010, sendo que era visto como louco nos anos 90.

Se Enéas tivesse surgido pós 2010, certamente teria sido percebido pela população, por conta da influência das redes sociais.

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Sim, mas se for ver de verdade, de verdade mesmo, o que aconteceu é que porque não haviam redes sociais em 1994 é que ele não ficou famoso na época.

Toda a mídia, a cultura e as universidades aderiram ao modelo de ditadura criado em 1988.
O fim da ditadura dos militares deu início a esta nova ditadura onde um campo político se revezava no poder e excluía do debate através de vexação pública toda a outra parte do debate público.

A oposição entre os permitidos a ocupar o poder era apenas administrativa, o resto era um concurso pra saber a que nível de esquerdismo o país deveria se render.

Desde que me entendo por gente todo direitista que sentava no centro do Roda Viva ou era um louco ou era um Judas pra ser malhado pela jornalistada podre de esquerda.
Por muito tempo só figuras mais excêntricas conseguiam dizer o óbvio que, se dito por alguma pessoa com pretensões eleitorais, significaria a derrota política completa por conta do linchamento que sofreria das redações sem ter um único veículo à altura pra usar como defesa.

Assista aos programas com o Paulo Francis, são 2 nos anos 90.
Lá você verá o nível dos jornalistas que falavam do preparo do Lula...
Este foi o Brasil pós 1988 que durou mais ou menos até aquela treta da Maria do Rosário com o Bolsonaro e acabou de vez com as manifestações de 2013.

A difusão da informação com as redes sociais ajudou a espalhar uma nova ideia, nunca houve democracia de difusão dessas ideais. Até porque quem está no poder não se interessa que as pessoas pensam diferente. Por isso que usavam de burocracias para barrar pessoas assim, como bem apontado pelo Judas.

O NPC esquece que existe a visão de quem deseja que uma pessoa seja taxada como louca, gente que sabota indivíduos como o Enéas, ele foi sabotado a vida toda.

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No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.

É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
Por isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
O resultado de Marçal nessas eleições não é essa inovação toda que você tá pintando aí não.

Desde a eleição de Bolsonaro em 2018, vários políticos de fora do sistema já tinham sido eleitos com poucos recursos utilizados.

O Partido Novo (que hoje aderiu ao fundão) naquela época não utilizava fundo eleitoral e nem partidário. O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi eleito assim. Parlamentares como Marcel Van Hatten, Vinicius Poit e Nikolas Ferreira (que por sinal foi o deputado mais votado em 2022) também fizeram suas campanhas basicamente pelas redes sociais. Aliás, o Nikolas fez votação recorde em 2022, com 1,4 milhões de votos para deputado.

O próprio Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA em 2018 com recursos limitadíssimos, impulsionado principalmente por tráfego orgânico da internet.

Então, não. Marçal não é nenhuma virada de chave na política. O resultado dele é sim expressivo, mas não é o único, nem o principal e muito menos o primeiro a realizar tamanha façanha.

O fundo eleitoral e partidário já era um engodo muito antes dessa eleição. O Marçal apenas reforçou aquilo que já era apontado por outros políticos.

NPC, isso só prova que o sistema está desgastado e que fundo partidário deixou de ser diferencial e isso ficou mais evidente. Você só repetiu aquilo que já tinha dito antes.

E se eu me lembro bem nao sei se Bolsonaro usou fundo eleitoral. Mas a difusão na internet foi bem grande.
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‍Em 2018 o PSL em que o Bolsonaro estava tinha pouquíssimo fundo partidário pois na época tinha pouquíssimos deputados.

Aí eu não sei porque em 2015 eu larguei de vez a TV Aberta e não vi seus desdobramentos dentro dela, passei a acompanhar mais pela internet. Mas dentro do mundo virtual é notório um tom muito diferente: hoje você liga a TV e assiste uma Globonews ou lê o Jornal o Globo parace uma fic esquizofrência todo o tempo. Só NPC se guia por isso, e quando você lê algo da grande mídia tem que saber treler a informação.

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