
Religião é Veneno
Pablo Marçal
Autor: Judas | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 3121 Comentários: 309

Meio nada a ver essas fofocas sobre o Tarsicio, além de serem só fofocas sem maiores evidências, mesmo que alguma coisa assim seja verdade, estão confundindo as necessidades da realidade com alguma escolha pessoal dele que quem critica acha arbitrariamente que conseguiria fazer melhor, besteira, folclorismo.
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Data da postagem: 11/10/2024, 19:00

2- Mas o pior é quando são esquerdistas e isentões que fazem a fofoca, como tudo relacionado a essa fofoca, que começou com um isentão da- Gazeta do povo -, babacas, eles pensam que nós somos idiotas? Eu pelo menos não sou. Não são eles que reduziram o nível de estrupos em São Paulo para o mais baixo desde 2001 como o Tarcísio de Freitas fez. Canalhões.
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Data da postagem: 11/10/2024, 19:31

O cenário político atual no Brasil está prestes a viver um momento decisivo, com indícios de que o sistema de financiamento eleitoral baseado em dinheiro público pode estar à beira de um colapso. Essa possível mudança pode se concretizar a partir do resultado de um segundo turno em uma cidade específica: Curitiba, capital do Paraná. Este cenário é parte de uma ameaça crescente ao sistema bilionário que utiliza recursos públicos para financiar campanhas políticas.
Nos últimos anos, algumas candidaturas têm mostrado que é possível realizar campanhas de sucesso sem depender do Fundo Eleitoral. Em 2024, o nome de maior destaque foi Pablo Marçal, que apesar de não ter ido ao segundo turno em São Paulo, conseguiu 1/3 dos votos da cidade sem utilizar um centavo de dinheiro público. Contudo, o caso mais emblemático está acontecendo em Curitiba, onde Cristina Graeml, candidata que também não utilizou fundos públicos, disputará o segundo turno contra Eduardo Pimentel.
Essa disputa não se resume a uma batalha ideológica, visto que a esquerda já está fora do jogo, com o PSB e outros partidos derrotados no primeiro turno. A corrida final se dá entre a direita, representada por Cristina Graeml, e o centro, representado por Eduardo Pimentel, apoiado por uma coligação de partidos tradicionais, incluindo o PL de Bolsonaro, o NOVO e o MDB.
O ponto crucial desta eleição reside na forma como Cristina fez sua campanha: com doações privadas e um orçamento extremamente enxuto de apenas R$6.197. Em contraste, seu adversário, Eduardo Pimentel, recebeu mais de R$11 milhões de dinheiro público. Se Cristina for eleita, isso evidenciará que campanhas podem ser feitas sem os milhões destinados pelos cofres públicos, desmascarando a ideia de que o financiamento público é essencial para garantir justiça nas eleições.
A vitória de Cristina seria um golpe significativo no sistema político atual, expondo a verdadeira função do financiamento público de campanhas: perpetuar o poder dos partidos que já dominam a política e enriquecer empresas de consultoria ligadas a políticos, como a criada por Manuela D’Ávila. Essa eleição pode ser o começo de uma nova era, onde a política será feita de forma mais transparente, honesta, e sem o desperdício do dinheiro do povo.
Nos últimos anos, algumas candidaturas têm mostrado que é possível realizar campanhas de sucesso sem depender do Fundo Eleitoral. Em 2024, o nome de maior destaque foi Pablo Marçal, que apesar de não ter ido ao segundo turno em São Paulo, conseguiu 1/3 dos votos da cidade sem utilizar um centavo de dinheiro público. Contudo, o caso mais emblemático está acontecendo em Curitiba, onde Cristina Graeml, candidata que também não utilizou fundos públicos, disputará o segundo turno contra Eduardo Pimentel.
Essa disputa não se resume a uma batalha ideológica, visto que a esquerda já está fora do jogo, com o PSB e outros partidos derrotados no primeiro turno. A corrida final se dá entre a direita, representada por Cristina Graeml, e o centro, representado por Eduardo Pimentel, apoiado por uma coligação de partidos tradicionais, incluindo o PL de Bolsonaro, o NOVO e o MDB.
O ponto crucial desta eleição reside na forma como Cristina fez sua campanha: com doações privadas e um orçamento extremamente enxuto de apenas R$6.197. Em contraste, seu adversário, Eduardo Pimentel, recebeu mais de R$11 milhões de dinheiro público. Se Cristina for eleita, isso evidenciará que campanhas podem ser feitas sem os milhões destinados pelos cofres públicos, desmascarando a ideia de que o financiamento público é essencial para garantir justiça nas eleições.
A vitória de Cristina seria um golpe significativo no sistema político atual, expondo a verdadeira função do financiamento público de campanhas: perpetuar o poder dos partidos que já dominam a política e enriquecer empresas de consultoria ligadas a políticos, como a criada por Manuela D’Ávila. Essa eleição pode ser o começo de uma nova era, onde a política será feita de forma mais transparente, honesta, e sem o desperdício do dinheiro do povo.
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Data da postagem: 11/10/2024, 19:44

Coincidência ou não, tinha acabado de assistir esse vídeo.
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Data da postagem: 11/10/2024, 19:49

Judas
O ENCOSTO
Cinzu
Tarcísio é um dos poucos políticos atuais de direita que sabe fazer política.
Como diria o Falcão, político é político.
Depois que aprendi isso nunca mais me frustrei com esses caras.
Pois é.
Outro dia eu mesmo fiz uma postagem aqui parecendo um crente da Igreja Universal, dizendo que se o Tarcísio conseguisse com esta estratégia de tomar o esquemão por dentro e indicar quatro ministros pro STF ao longo de dois mandatos nossos problemas estariam mitigados.
Dias depois comecei a me sentir mais burro, mais imbecil e lembrei de ter escrito isso.
Agora que me confessei aqui já estou me sentindo melhor.
No final das contas isso teria mais chance de parecer com o esquemão de tesouras de sempre do que um governo liberal de fato.
No máximo ele pode ser considerado a nossa melhor opção com Bolsonaro fora do pleito.
Que é exatamente a situação idêntica à FHC, Serra, Alckmin e Aécio...
Tarcísio, se eleito, conseguiria cumprir um mandato com governabilidade e chances de ser reeleito. Mas o Governo dele seria aos moldes do governo Temer, não muito diferente disso.
E quanto a um governo "liberal", eu não teria tanta certeza assim. O Tarcísio vem da linha militar, que é desenvolvimentista. O próprio Bolsonaro veio dessa vertente e só migrou para o lado mais liberal por influência do Paulo Guedes. Mas antes, o lado estatista dele era forte.
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Data da postagem: 11/10/2024, 20:00

Cameron
Coincidência ou não, tinha acabado de assistir esse vídeo.
Você soltou um vídeo dele, então fiquei fã dos comentários desse cara. Ah, falando nisso o gordão ancap soltou que o TSE cortou as verbas de campanha da Cristina.
Como se ela usasse recursos do governo.
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Data da postagem: 11/10/2024, 21:09

No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.
É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
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Data da postagem: 12/10/2024, 02:46

Judas
No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.
É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
Por isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
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Data da postagem: 12/10/2024, 06:18

PercivalPor isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
Judas
No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.
É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
O resultado de Marçal nessas eleições não é essa inovação toda que você tá pintando aí não.
Desde a eleição de Bolsonaro em 2018, vários políticos de fora do sistema já tinham sido eleitos com poucos recursos utilizados.
O Partido Novo (que hoje aderiu ao fundão) naquela época não utilizava fundo eleitoral e nem partidário. O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi eleito assim. Parlamentares como Marcel Van Hatten, Vinicius Poit e Nikolas Ferreira (que por sinal foi o deputado mais votado em 2022) também fizeram suas campanhas basicamente pelas redes sociais. Aliás, o Nikolas fez votação recorde em 2022, com 1,4 milhões de votos para deputado.
O próprio Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA em 2018 com recursos limitadíssimos, impulsionado principalmente por tráfego orgânico da internet.
Então, não. Marçal não é nenhuma virada de chave na política. O resultado dele é sim expressivo, mas não é o único, nem o principal e muito menos o primeiro a realizar tamanha façanha.
O fundo eleitoral e partidário já era um engodo muito antes dessa eleição. O Marçal apenas reforçou aquilo que já era apontado por outros políticos.
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Data da postagem: 12/10/2024, 10:19

CinzuPor isso que apontei o resultado do Marçal como interessantíssimo, não me ative a detalhes do background dele. E sim a maneira orgânica que foi a campanha dele. Mas o caso da Cristina consegue ainda ser mais emblemático e reforça ainda mais que o modelo da velha política está desgastado.
Percival
Judas
No caso da Cristina eu votaria nela seja qual fosse o outro candidato.
É de uma filhadaputagem infinita os caras irem atrás da campanha dela.
Acho difícil virar o jogo sem sair na porrada em um país que não tem mais leis.
O resultado de Marçal nessas eleições não é essa inovação toda que você tá pintando aí não.
Desde a eleição de Bolsonaro em 2018, vários políticos de fora do sistema já tinham sido eleitos com poucos recursos utilizados.
O Partido Novo (que hoje aderiu ao fundão) naquela época não utilizava fundo eleitoral e nem partidário. O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi eleito assim. Parlamentares como Marcel Van Hatten, Vinicius Poit e Nikolas Ferreira (que por sinal foi o deputado mais votado em 2022) também fizeram suas campanhas basicamente pelas redes sociais. Aliás, o Nikolas fez votação recorde em 2022, com 1,4 milhões de votos para deputado.
O próprio Bolsonaro foi eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA em 2018 com recursos limitadíssimos, impulsionado principalmente por tráfego orgânico da internet.
Então, não. Marçal não é nenhuma virada de chave na política. O resultado dele é sim expressivo, mas não é o único, nem o principal e muito menos o primeiro a realizar tamanha façanha.
O fundo eleitoral e partidário já era um engodo muito antes dessa eleição. O Marçal apenas reforçou aquilo que já era apontado por outros políticos.
NPC, isso só prova que o sistema está desgastado e que fundo partidário deixou de ser diferencial e isso ficou mais evidente. Você só repetiu aquilo que já tinha dito antes.
E se eu me lembro bem nao sei se Bolsonaro usou fundo eleitoral. Mas a difusão na internet foi bem grande.
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Data da postagem: 12/10/2024, 12:03