Religião é Veneno
O mundo subjetivo do isentão.
Autor: NadaSei | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 483 Comentários: 36
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Primeiro: dizer que um produto passou de R$ 7 para R$ 33 NÃO é “mentira”.
Se estamos falando do mesmo produto, mesma embalagem e preços efetivamente praticados, a conta é objetiva:

R$ 33 ÷ R$ 7 = 4,714.

Ou seja, o produto ficou 4,71 vezes mais caro, um aumento de aproximadamente 371%.

O que seria errado é pegar esse exemplo individual e dizer que “o café no Brasil subiu 371%”. São afirmações diferentes.

E é justamente aí que o argumento do texto falha.

A pessoa apresenta uma média da ABIC — R$ 34,69/kg em 2022 contra R$ 58,77/kg em 2026 — e conclui que isso “refuta” o aumento de 371%.
Não refuta.

Uma MÉDIA de mercado não invalida a variação de um produto específico.
Se dez produtos custam R$ 10 e um produto custa R$ 30, o fato de a média ser R$ 11,82 não transforma o produto de R$ 30 em mentira.

Da mesma maneira, se determinada marca ou determinado pacote saiu de R$ 7 para R$ 33, a média do mercado pode perfeitamente ter subido muito menos.

Aliás, o próprio IBGE mostra como produtos específicos podem se comportar de maneira muito diferente da inflação geral. O IPCA é justamente um índice calculado a partir de uma cesta ponderada de bens e serviços, e não um “preço universal” que todos os produtos precisam obedecer.

Portanto, a crítica correta seria:

“Esse aumento de 371% precisa ser comprovado e contextualizado antes de ser usado como representação da inflação do café.”
Isso é perfeitamente razoável.

Mas dizer:

“371% é mentira porque a média da ABIC subiu 69%”
é uma conclusão estatisticamente inválida.

E tem mais.

O café realmente sofreu aumentos muito superiores à inflação geral em determinados períodos. Portanto, não estamos diante de alguém inventando que o café ficou caro. O próprio histórico do IBGE registra forte pressão do café sobre os índices de alimentos em determinados momentos.
Então existe uma diferença fundamental entre:

“o café teve aumento muito elevado”

e

“a inflação oficial foi de 371%”.

A primeira afirmação pode ser verdadeira mesmo quando a segunda é falsa.
Agora vamos ao ponto político.

Para provar que um governo foi “muito pior” que outro, não basta escolher o preço do café. É preciso estabelecer critérios e comparar indicadores:
inflação, renda real, desemprego, PIB, pobreza, carga tributária, dívida, resultado fiscal, investimento, segurança etc.

E dependendo do indicador escolhido, o resultado pode favorecer um governo ou outro.

Por exemplo, o IPCA fechou 2025 em 4,26%, enquanto o próprio IBGE mostra que o índice oficial mede a variação de uma cesta de consumo, e não o preço isolado de cada produto.

Portanto, se a intenção é “apresentar dados”, vamos realmente apresentar dados.

Mas dados precisam ser comparáveis.

Preço de uma marca ≠ média do mercado.

Média do café ≠ inflação geral.

Inflação geral ≠ custo de vida individual.

E um único preço ≠ desempenho de um governo.

Por fim, acusar o outro lado de “mentira”, enquanto se utiliza uma média estatística para refutar uma variação individual que a própria média não tem como refutar, é justamente o tipo de erro metodológico que se está acusando no adversário.

Criticar exageros é legítimo.

Corrigir uma estatística também.

Mas usar uma estatística verdadeira para “provar” uma conclusão que ela não prova continua sendo erro.
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Sobre o último parágrafo, aí o argumento deixa de ser análise e vira apenas ataque retórico.

Dizer que “bolsonaristas e lulistas sofrem da mesma lavagem cerebral” não demonstra absolutamente nada sobre os dados discutidos.

Você começou dizendo que queria “dados” e que era preciso não “distorcer a realidade”. Então vamos aplicar o mesmo rigor à sua própria conclusão.
Onde está o dado que demonstra que “bolsonaristas” e “lulistas” sofrem de lavagem cerebral?

Onde está a evidência de que a pessoa que discorda de você está defendendo seu político como “perfeito”?

Eu não fiz essa afirmação.

Aliás, reconhecer que um determinado dado foi mal utilizado NÃO significa defender Bolsonaro como perfeito. Da mesma forma, reconhecer que determinado indicador melhorou durante Lula não significa ser lulista.
Isso é uma falsa dicotomia:

“Se você critica meu argumento, então você é fanático pelo outro lado.”
Não.

É perfeitamente possível criticar Lula, criticar Bolsonaro, reconhecer acertos dos dois e apontar erros dos dois.
Se quer demonstrar que Lula foi pior que Bolsonaro, apresente uma comparação consistente entre indicadores dos dois governos.

Se quer afirmar que alguém é “fanático” ou sofre “lavagem cerebral”, apresente evidências disso também.

O que não dá é começar exigindo “dados” e terminar substituindo os dados por rótulos.

Porque chamar o adversário de fanático não transforma seu argumento em verdadeiro.

E discordar de uma estatística mal interpretada não transforma ninguém em bolsonarista, lulista ou defensor de político de estimação.

Se a discussão é sobre fatos, vamos ficar nos fatos.

Sem espantalhos, sem ad hominem e sem atribuir ao outro uma posição que ele não defendeu.
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PercivalPrimeiro: dizer que um produto passou de R$ 7 para R$ 33 NÃO é “mentira”.
Se estamos falando do mesmo produto, mesma embalagem e preços efetivamente praticados, a conta é objetiva:

R$ 33 ÷ R$ 7 = 4,714.

Ou seja, o produto ficou 4,71 vezes mais caro, um aumento de aproximadamente 371%.

É mentira a partir do momento que você parte de uma FALSA PREMISSA de que o preço era de R$ 7,00, sendo que não era!

Se a sua premissa é falsa, a conclusão também o é. É lógica elementar.

PercivalDa mesma maneira, se determinada marca ou determinado pacote saiu de R$ 7 para R$ 33, a média do mercado pode perfeitamente ter subido muito menos.
Qual marca passou de R$ 7,00 para R$ 33,00? Apresente a fonte.

E, mesmo que fosse o caso, qual a relevância de citar uma marca específica para avaliar o preço geral de um produto como café?

PercivalO café realmente sofreu aumentos muito superiores à inflação geral em determinados períodos. Portanto, não estamos diante de alguém inventando que o café ficou caro. O próprio histórico do IBGE registra forte pressão do café sobre os índices de alimentos em determinados momentos.
Então existe uma diferença fundamental entre:
Em meu próprio cálculo eu MOSTREI que subiu 69% e AFIRMEI que isto é BASTANTE SIGNIFICATIVO.

Em nenhum momento foi DISCORDADO que o aumento foi superior à inflação.

PercivalPara provar que um governo foi “muito pior” que outro, não basta escolher o preço do café. É preciso estabelecer critérios e comparar indicadores
Aqui, você basicamente validou o que eu disse:

CinzuÉ notório saber que a economia tem ido de mal a pior no governo Lula, todos os números mostram isso.

Há muitas e muitas formas de demonstrar isto de maneira honesta e inteligente
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Data da postagem: 02/09/2026, 15:19
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Vou ser bem didático pra você, bebê:

Vamos com calma, porque você trouxe a discussão para o campo da lógica e da análise técnica. Nesse campo, acho importante separar cada afirmação para não misturarmos coisas diferentes.
A resposta parece sofisticada porque utiliza termos como “premissa falsa”, “lógica elementar” e “média de mercado”. Mas usar termos técnicos não basta. É preciso que o raciocínio apresentado seja tecnicamente correto.
Vou explicar ponto por ponto.
  1. Sobre os R$ 7 e os R$ 33


Você afirma que dizer que um produto passou de R$ 7 para R$ 33 é mentira porque a premissa dos R$ 7 seria falsa.
Mas aqui precisamos primeiro demonstrar que os R$ 7 são realmente uma informação falsa.
Existe uma diferença muito simples entre estas duas afirmações:
“Não foi apresentada a fonte dos R$ 7.”
e:
“Esse produto nunca custou R$ 7.”
A primeira afirmação não prova a segunda.
Se eu apresento um preço de R$ 7 e você acredita que esse preço está errado, basta demonstrar onde está o erro: produto diferente, embalagem diferente, período diferente, fonte incorreta etc.
Isso seria uma contestação objetiva.
Mas simplesmente afirmar que a premissa é falsa não demonstra que ela seja falsa.
É como dizer:
“Você está errado.”
Isso é uma afirmação.
Outra coisa é mostrar:
“Você está errado por causa destes dados.”
Isso é uma demonstração.
  1. Uma coisa é um produto; outra é a média do mercado


Também precisamos tomar cuidado para não misturar duas coisas.
Eu não disse que todo o mercado passou de R$ 7 para R$ 33.
Estou falando da possibilidade de um determinado produto ter apresentado essa variação.
Se um produto custava R$ 7 e posteriormente passou a custar R$ 33, podemos calcular a variação daquele produto.
Isso não significa que todos os produtos tiveram o mesmo aumento.
Da mesma forma, se um produto de determinado supermercado aumentou 100%, isso não significa que a inflação geral foi de 100%.
São medidas diferentes.
Uma coisa é o preço de um produto específico.
Outra é um índice que mede o comportamento médio de uma cesta de produtos.
Portanto, se você quiser contestar o exemplo dos R$ 7, tudo bem.
Apresente a fonte que demonstra que aquele produto não custava R$ 7.
Mas isso não deve ser confundido com uma discussão sobre a média geral dos preços.
  1. Sobre o café


Aqui a situação fica ainda mais simples.
Eu nunca disse que o café não aumentou.
Eu fiz justamente o contrário.
Calculei um aumento de aproximadamente 69% e disse expressamente que considerava esse aumento bastante significativo.
Então, quando você afirma que:
“o café sofreu aumentos muito superiores à inflação”,
isso não contradiz o meu argumento.
Na verdade, confirma uma parte dele.
Se quisermos fazer uma discussão realmente técnica, o próximo passo seria verificar:
  • qual período foi utilizado;


  • qual preço inicial foi considerado;


  • qual preço final foi considerado;


  • qual produto foi utilizado na comparação;


  • qual índice de inflação corresponde ao mesmo período;


  • quais fatores econômicos explicam a diferença.


Aí teríamos uma discussão baseada em dados.
Mas dizer que o café aumentou muito não refuta a afirmação de que ele aumentou muito.
  1. Sobre comparar governos


Você também afirmou:
“Para provar que um governo foi muito pior que outro, não basta escolher o preço do café.”
Concordo.
Mas esse não foi o argumento que eu apresentei.
Eu disse:
“Há muitas e muitas formas de demonstrar isto de maneira honesta e inteligente.”
Perceba a diferença.
Eu não disse:
“O preço do café, sozinho, prova que determinado governo é pior.”
O café é apenas um exemplo de indicador econômico.
Se quisermos avaliar governos de maneira séria, podemos analisar diversos indicadores:
inflação;
inflação de alimentos;
desemprego;
renda real;
PIB per capita;
poder de compra;
dívida pública;
resultado fiscal;
taxa de juros;
carga tributária;
investimentos;
déficit público;
produtividade;
entre outros.
E podemos comparar períodos equivalentes.
Isso, sim, seria uma análise econômica mais completa.
  1. Agora chegamos à questão da lógica


Você afirmou:
“Se a premissa é falsa, a conclusão também é.”
Aqui precisamos ter um pouco mais de cuidado.
Uma premissa falsa pode comprometer um argumento.
Mas isso não significa necessariamente que a conclusão seja falsa.
Vou usar um exemplo bem simples.
Imagine que alguém diga:
“Está chovendo porque o céu está vermelho.”
Pode ser que a explicação esteja errada.
Talvez o céu esteja vermelho por causa do pôr do sol.
Mas disso não podemos concluir:
“Portanto, não está chovendo.”
A conclusão “está chovendo” pode continuar sendo verdadeira, mesmo que a justificativa utilizada para chegar a ela esteja errada.
O que foi demonstrado?
Apenas que aquela justificativa específica não é suficiente.
Esse detalhe é importante porque estamos justamente discutindo lógica.
Então, se você quer demonstrar que o exemplo dos R$ 7 está errado, demonstre isso.
E, se quiser demonstrar que a minha conclusão sobre a economia está errada, precisamos analisar os indicadores econômicos que sustentam ou contradizem essa conclusão.
Uma coisa não substitui a outra.
  1. O que efetivamente foi demonstrado até agora?


Vamos resumir de maneira objetiva.
Você questionou a fonte do exemplo dos R$ 7.
Isso é legítimo e pode ser verificado.
Você reconheceu que o café sofreu um aumento expressivo.
Isso está de acordo com o que eu disse.
Você afirmou que não se deve avaliar um governo utilizando apenas um indicador.
Também concordo, e isso está de acordo com o que eu próprio disse quando mencionei que existem várias maneiras de analisar a questão.
Portanto, até aqui, não foi demonstrado que eu menti.
Foi questionado um exemplo específico.
E questionar um exemplo é diferente de refutar o argumento inteiro.
Se queremos realmente resolver a questão de maneira técnica, então vamos fazer algo simples:
  1. Identificamos exatamente qual produto custava R$ 7.


  2. Verificamos a fonte desse preço.


  3. Verificamos o preço posterior de R$ 33.


  4. Conferimos se estamos falando do mesmo produto e da mesma quantidade.


  5. Conferimos o aumento do café no período correto.


  6. Comparamos com o índice de inflação correspondente.


  7. Depois analisamos outros indicadores econômicos.


  8. Por fim, tiramos a conclusão.


Assim não precisamos confiar em opinião, memória ou impressão pessoal.
Os próprios dados podem responder.
E é justamente isso que eu entendo por uma discussão técnica: não basta dizer que a premissa é falsa. É preciso mostrar por que ela é falsa e, depois, verificar se isso realmente altera a conclusão que está sendo discutida.
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Aqui acho que existe um problema ainda mais evidente no seu argumento, porque você está fazendo duas coisas diferentes ao mesmo tempo.
Você afirma:

“Lula e Bolsonaro são igualmente ruins? Certamente que não.”

Depois afirma que quem discorda de determinada avaliação está “distorcendo a realidade” para defender seu “político de estimação”.

E, na sequência, afirma:

“É notório saber que a economia tem ido de mal a pior no governo Lula, todos os números mostram isso.”

Vamos separar as coisas.

Criticar uma afirmação sobre o governo não transforma automaticamente alguém em lulista ou bolsonarista.

Isso é um erro de associação.

É justamente por isso que a acusação de “lavagem cerebral” não substitui a demonstração do argumento.

Agora vamos à sua própria afirmação econômica.
Você diz:

“Todos os números mostram isso.”

Essa é uma afirmação muito forte.

Porque “todos” significa que, independentemente do indicador relevante escolhido, o resultado apontaria na mesma direção.

Mas, se você mesmo reconhece que existem “muitas e muitas formas” de demonstrar isso, então apresente algumas delas.

Quais números?
PIB?
PIB per capita?
Desemprego?
Renda real?
Inflação?
Inflação de alimentos?
Dívida pública?
Resultado fiscal?
Investimento?
Produtividade?
Poder de compra?

E, principalmente: comparados com qual período?

Você começou dizendo que bolsonaristas e lulistas sofrem da mesma “lavagem cerebral” porque seriam incapazes de enxergar críticas ao próprio lado.

Concordo com uma coisa: é perfeitamente possível alguém defender um político de maneira irracional e ignorar evidências contrárias.

Mas essa regra precisa valer para os dois lados.

E tem uma ironia interessante aí:

Você está justamente criticando o “fanático” que não consegue enxergar críticas ao próprio lado.

Mas, para demonstrar que eu sou esse fanático, você precisaria primeiro mostrar que eu estou defendendo algum lado.

Não é necessário me chamar de bolsonarista.
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Eu pago mais caro no mercado vários produtos, não só o café.

Ovos, carne, feijão e café são os exemplos mais notórios.

No varejão trazia uma sacola cheia com R$ 40,00, agora malemá compra alho e cheiro verde.

De cabeça, eu pagava R$ 5,00 o quilo do feijão Broto Legal, a mesma marca hoje no mesmo lugar é mais de R$ 10,00.
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Eu pago mais caro no mercado.


‍Não se preocupa não, tô testando a IA para responder o cara. Vamo ver o quanto ele aguenta.
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Vai ver o governo Lula é uma maravilha para a economia e Bolsonaro era um desastre, fui eu que dei o azar medonho das exceções serem EXATAMENTE os produtos que eu costumo comprar... 🙄

Ah... pros quintos com isso...
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Vai ver o governo Lula é uma maravilha para a economia e Bolsonaro era um desastre, fui eu que dei o azar medonho das exceções serem EXATAMENTE os produtos que eu costumo comprar... 🙄

Ah... vai para os quintos...


É engraçado porque eu entendi perfeitamente o seu raciocínio.
Eu também nunca vi café sendo vendido a R$ 7, mas entendi o ponto da pessoa quando ela demonstra a indignação com o preço que paga hoje.

E aqui existe uma diferença importante: uma experiência pessoal, isoladamente, é anedótica. Eu não posso dizer “nunca vi café a R$ 7, portanto café nunca custou R$ 7”.

É difícil defender o governo atual em que funcionarios do IBGE denunciam intervenções em estatísticas.
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Vai ver o governo Lula é uma maravilha para a economia e Bolsonaro era um desastre, fui eu que dei o azar medonho das exceções serem EXATAMENTE os produtos que eu costumo comprar... 🙄

Ah... pros quintos com isso...


‍Analistas econômicos ressaltam que as duas gestões enfrentaram cenários internacionais completamente diferentes:
  • Os primeiros mandatos de Lula coincidiram com um período de forte crescimento global e alta demanda chinesa por produtos brasileiros, o que facilitou a arrecadação e os investimentos. O terceiro mandato, contudo, iniciou-se em um cenário global de juros altos e maior rigidez fiscal.


  • O governo de Jair Bolsonaro foi profundamente marcado pela pandemia de COVID-19 e, posteriormente, pelos impactos econômicos da guerra na Ucrânia, eventos que desestruturaram cadeias de suprimentos globais, geraram inflação mundial e exigiram gastos emergenciais imprevistos.


A avaliação de qual modelo foi superior depende da prioridade dada a fatores como responsabilidade fiscal, reformas de mercado, distribuição de renda ou crescimento do PIB.
Se você tiver interesse em um indicador específico, posso fornecer os dados detalhados. Qual índice você gostaria de analisar mais a fundo (como PIB, inflação, desemprego ou dívida pública)?
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