
Religião é Veneno
Descobrindo o autismo aos 46 anos
Autor: NadaSei | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 3106 Comentários: 84

NadaSei
O autismo não é uma doença nem um termo que defina uma condição específica, mas uma classificação científica que mudou de definição algumas vezes, primeiro nos anos 90, quando o conceito de "espectro" foi ganhando força, e depois em 2013, quando o manual de diagnósticos DSM-5 torna oficial o conceito de TEA, que significa transtorno do espectro autista.
Isso significa que o autismo descreve diferentes condições que antes eram classificadas de modo diferente, então, se nos anos 90 uma pessoa receberia um diagnóstico de Síndrome de Asperger e outra de autismo, hoje ambas podem receber um diagnóstico de transtorno do espectro autista, talvez uma pessoa em nível 1 e outra em nível 2 ou 3.
Aliás, uma curiosidade sobre isso é que o termo "Síndrome de Asperger" deixou de ser usado, até onde entendo, parcialmente porque o Dr. Hans Asperger trabalhou em Viena durante o regime nazista, o que mostra a influência do politicamente correto nessas classificações.
Mas até aqui temos que o termo "autismo" é meio que um guarda-chuva para vários tipos de transtornos.
Então é meio confuso de entender o que é o autismo, porque podemos estar falando de coisas bem diferentes, que podem ir de pessoas com problemas extremos como o Rain Man daquele famoso filme com Tom Cruise e Dustin Hoffman, personagem baseado em um autista real, até pessoas com capacidade mental preservada e inteligência acima da média, como Elon Musk, que já declarou ter síndrome de Asperger.
Uma coisa em comum que todas as pessoas do espectro autista têm é basicamente dificuldade na comunicação social, mas isso pode ocorrer de diferentes formas e em diferentes níveis.
Quem me conhece de longa data aqui no fórum talvez se lembre que eu tinha uma depressão bem severa 20 anos atrás, quando entrei no fórum pela primeira vez; lembro de algumas conversas com a Apocalíptica sobre isso.
A minha depressão era em função de um outro problema não diagnosticado, que na época, devido à falência do nosso sistema de saúde, eu acabei por autodiagnosticar como sendo fobia social.
Eu passei por ao menos 6 médicos naquela época, 2 psicólogos e 4 psiquiatras. Um dos psicólogos era privado, os outros eram do sistema público.
O fato é que eu não ouvi a palavra autismo nem uma única vez nessa época.
A primeira psiquiatra com quem passei, e que só fez a minha triagem, foi quem me recomendou um remédio que mencionava a tal da fobia social na bula e, quando eu pesquisei, me identifiquei parcialmente com o problema.
Problema que, aliás, foi uma das razões para eu começar a frequentar esse tipo de fórum na internet, mas isso já é uma outra história.
O fato é que eu tinha 20 anos de idade quando tentei tratar e resolver o problema e quando acabei me autodiagnosticando com fobia social.
Na época, a internet ainda não tinha tanta informação, mas eu tinha acesso a sites com manuais de doenças psiquiátricas e esse era o único diagnóstico no qual eu me encaixava melhor.
Eu lembro que, por volta de 2015, numa segunda passagem minha pelo RV, eu encontrei alguém aqui com quem discuti sobre fobia social e ele foi veemente em dizer que o que eu tinha não era fobia social, porque eu não tinha "medo" de situações sociais, tinha facilidade para falar em público, etc.
Eu lembro de discutir e dizer que eu preferia o termo ansiedade social, porque a palavra "medo" dava uma noção incorreta do que era essa doença e que sim, meu caso era mais atípico do que o do fóbico social clássico, porque eu não tinha medos e reclamações comuns a muitos fóbicos sociais, mas somente extrema ansiedade.
Eu não lembro do nome da pessoa, mas lembro que ele postou algumas classificações novas. Naquela época, a fobia social tinha sido dividida em Transtorno de Ansiedade Social e Fobia Social; ele também postou algum outro transtorno relacionado a dificuldades sociais que não me lembro.
Eu realmente achei que as classificações novas não eram muito favoráveis ao meu caso, mas ignorei.
Um pouco mais tarde, por volta de 2018, eu iniciei um programa do Jordan Peterson de "self authoring". O objetivo é autoconhecimento e eu parei na primeira parte, quando, com o programa, me dei conta de que, embora eu tivesse mudado 180 graus em muitas coisas na minha vida desde que comecei a tentar resolver meus problemas pessoais, o problema central ainda existia intacto e inalterado.
Por uma semana, eu me senti um imbecil e um fracassado. Eu passei os últimos 18 anos mudando um monte de coisas em mim mesmo, mas sem resolver o problema central que deu origem a toda tentativa de mudança.
Eu me senti como se tivesse mudado todo o resto, exceto aquilo que de fato importava.
Eu acabei nem concluindo o programa e tentei esquecer o assunto.
Há cerca de 3 meses, no fim de fevereiro de 2026, eu estava pensando sobre tudo isso e decidi fazer uma nova pesquisa, achei vários transtornos relacionados a problemas sociais e, pelas definições atuais, não achei que me encaixasse em nenhum deles. Foi quando eu descrevi os sintomas e joguei as opções no ChatGPT e perguntei qual delas era a mais provável.
Foi o ChatGPT quem acabou dando a dica certa. A resposta era que nenhum daqueles transtornos era provável, mas sim o autismo.
Eu achei que ele estava alucinando e comecei a explicar a ele que autismo era outra coisa completamente diferente e não tinha nada a ver com o meu problema. Daí ele começou a me ensinar sobre autismo e eu pude perceber que, na verdade, eu não tinha a menor noção sobre o que era autismo.
Enfim, então eu pesquisei sobre como eu poderia conseguir um diagnóstico correto e decidi que ao menos um diagnóstico médico real para o meu problema eu queria finalmente ter.
A forma correta de ter um diagnóstico começa com um laudo neuropsicológico e, depois, com o laudo em mãos, é preciso a confirmação de um psiquiatra.
Eu procurei e achei uma neuropsicóloga na minha cidade e fui atrás do tal laudo; são 2 meses e várias sessões para fazer o laudo. Eu não sabia, mas ele inclui um teste de QI.
Basicamente, o meu laudo indicou transtorno do espectro autista nível 1.
Isso seria classificado no passado como Síndrome de Asperger e não como autismo do tipo Rain Man.
Confesso que fiquei meio chocado em descobrir que o problema que eu estava tentando curar é, na verdade, uma deficiência mental sem cura. Mas, na verdade, isso explica muita coisa, inclusive o porquê de, mesmo depois de ter sido tão honesto comigo mesmo nessa jornada de 20 anos, mudando tanta coisa dentro de mim, ainda assim eu não ter conseguido resolver o problema.
Ao menos a culpa do fracasso eu não preciso mais carregar.
Embora seja uma deficiência mental, ela não afeta a minha inteligência. Eu sempre soube que eu sou mais inteligente do que a média, mas também já conheci muita gente claramente mais inteligente do que eu, então eu sempre tive curiosidade em saber o meu QI e o laudo me deu a resposta.
Eu tenho um QI de 119 na escala Wechsler de inteligência para adultos (WAIS-III), o que é acima da média, mas está abaixo do que classificam como "altas habilidades" e popularmente chamamos de genialidade e superdotação.
Ou seja, nada de especial aqui, eu sou só inteligente, mas nada fora do normal. Eu já era inteligente o suficiente para perceber isso, mas confesso que gostaria de ter pontuado melhor. Seria legal ter alguma excepcionalidade positiva para compensar a deficiência mental.
Sobre os malefícios do meu problema, até hoje eu carrego uma depressão leve, que também apareceu no laudo, ou seja, em 26 anos de problema, eu nunca me livrei completamente da depressão, embora tenha aprendido a conviver com ela, o que me tirou da depressão profunda que eu já vivi aos vinte e poucos.
Minha deficiência é específica em comunicação social, eu não consigo fazer amigos, não tenho nenhuma noção de como funciona o flerte, então minha habilidade de arrumar namoradas é zero, mas, de passar vergonhas históricas tentando minha capacidade é 10, nisso eu sou medalha de ouro.
Eu nunca me vitimizei por conta desses problemas, mesmo porque eu sempre achei que a culpa era minha, mas sempre olhei para pessoas que nascem em circunstâncias mais difíceis do que a minha e sempre achei que, apesar dos meus problemas, tem muita gente enfrentando coisa pior.
Ainda com cerca de 25 anos de idade, eu tive um período em que, apesar de pensar assim, eu admiti para mim mesmo que, embora isso seja verdade, a vida das pessoas ao meu redor e que nasceram em condições semelhantes à minha, como irmãos e primos, definitivamente é mais fácil do que a minha.
A vida com esse tipo de deficiência sempre vai ser mais difícil do que a de alguém que vive em um meio semelhante, mas não tem uma deficiência qualquer. Ainda assim, essa é a vida, poderia ser pior.
Lá atrás, embora eu achasse que se tratava de uma doença curável, eu já lidei com essa questão e não acho que ter uma condição que torne a vida mais difícil é desculpa para qualquer coisa.
Ainda assim sou solteiro, moro com minha mãe e 39 gatos, já aceitei que vou acabar nunca tendo família ainda que seja bem sucedido profissionalmente e não tenha problemas financeiros.
Minha vida sempre vai ser diferente do que seria o "normal".
Tá aí o longo relato sobre minha descoberta aos 46 anos sobre algo que eu jamais imaginei que pudesse ter.
MAS OQUE É ISSO AQUI, TERAPIA EM GRUPO?
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Data da postagem: 23/05/2026, 18:27

NadaSei
O autismo não é uma doença nem um termo que defina uma condição específica, mas uma classificação científica que mudou de definição algumas vezes, primeiro nos anos 90, quando o conceito de "espectro" foi ganhando força, e depois em 2013, quando o manual de diagnósticos DSM-5 torna oficial o conceito de TEA, que significa transtorno do espectro autista.
Isso significa que o autismo descreve diferentes condições que antes eram classificadas de modo diferente, então, se nos anos 90 uma pessoa receberia um diagnóstico de Síndrome de Asperger e outra de autismo, hoje ambas podem receber um diagnóstico de transtorno do espectro autista, talvez uma pessoa em nível 1 e outra em nível 2 ou 3.
Aliás, uma curiosidade sobre isso é que o termo "Síndrome de Asperger" deixou de ser usado, até onde entendo, parcialmente porque o Dr. Hans Asperger trabalhou em Viena durante o regime nazista, o que mostra a influência do politicamente correto nessas classificações.
Mas até aqui temos que o termo "autismo" é meio que um guarda-chuva para vários tipos de transtornos.
Então é meio confuso de entender o que é o autismo, porque podemos estar falando de coisas bem diferentes, que podem ir de pessoas com problemas extremos como o Rain Man daquele famoso filme com Tom Cruise e Dustin Hoffman, personagem baseado em um autista real, até pessoas com capacidade mental preservada e inteligência acima da média, como Elon Musk, que já declarou ter síndrome de Asperger.
Uma coisa em comum que todas as pessoas do espectro autista têm é basicamente dificuldade na comunicação social, mas isso pode ocorrer de diferentes formas e em diferentes níveis.
Quem me conhece de longa data aqui no fórum talvez se lembre que eu tinha uma depressão bem severa 20 anos atrás, quando entrei no fórum pela primeira vez; lembro de algumas conversas com a Apocalíptica sobre isso.
A minha depressão era em função de um outro problema não diagnosticado, que na época, devido à falência do nosso sistema de saúde, eu acabei por autodiagnosticar como sendo fobia social.
Eu passei por ao menos 6 médicos naquela época, 2 psicólogos e 4 psiquiatras. Um dos psicólogos era privado, os outros eram do sistema público.
O fato é que eu não ouvi a palavra autismo nem uma única vez nessa época.
A primeira psiquiatra com quem passei, e que só fez a minha triagem, foi quem me recomendou um remédio que mencionava a tal da fobia social na bula e, quando eu pesquisei, me identifiquei parcialmente com o problema.
Problema que, aliás, foi uma das razões para eu começar a frequentar esse tipo de fórum na internet, mas isso já é uma outra história.
O fato é que eu tinha 20 anos de idade quando tentei tratar e resolver o problema e quando acabei me autodiagnosticando com fobia social.
Na época, a internet ainda não tinha tanta informação, mas eu tinha acesso a sites com manuais de doenças psiquiátricas e esse era o único diagnóstico no qual eu me encaixava melhor.
Eu lembro que, por volta de 2015, numa segunda passagem minha pelo RV, eu encontrei alguém aqui com quem discuti sobre fobia social e ele foi veemente em dizer que o que eu tinha não era fobia social, porque eu não tinha "medo" de situações sociais, tinha facilidade para falar em público, etc.
Eu lembro de discutir e dizer que eu preferia o termo ansiedade social, porque a palavra "medo" dava uma noção incorreta do que era essa doença e que sim, meu caso era mais atípico do que o do fóbico social clássico, porque eu não tinha medos e reclamações comuns a muitos fóbicos sociais, mas somente extrema ansiedade.
Eu não lembro do nome da pessoa, mas lembro que ele postou algumas classificações novas. Naquela época, a fobia social tinha sido dividida em Transtorno de Ansiedade Social e Fobia Social; ele também postou algum outro transtorno relacionado a dificuldades sociais que não me lembro.
Eu realmente achei que as classificações novas não eram muito favoráveis ao meu caso, mas ignorei.
Um pouco mais tarde, por volta de 2018, eu iniciei um programa do Jordan Peterson de "self authoring". O objetivo é autoconhecimento e eu parei na primeira parte, quando, com o programa, me dei conta de que, embora eu tivesse mudado 180 graus em muitas coisas na minha vida desde que comecei a tentar resolver meus problemas pessoais, o problema central ainda existia intacto e inalterado.
Por uma semana, eu me senti um imbecil e um fracassado. Eu passei os últimos 18 anos mudando um monte de coisas em mim mesmo, mas sem resolver o problema central que deu origem a toda tentativa de mudança.
Eu me senti como se tivesse mudado todo o resto, exceto aquilo que de fato importava.
Eu acabei nem concluindo o programa e tentei esquecer o assunto.
Há cerca de 3 meses, no fim de fevereiro de 2026, eu estava pensando sobre tudo isso e decidi fazer uma nova pesquisa, achei vários transtornos relacionados a problemas sociais e, pelas definições atuais, não achei que me encaixasse em nenhum deles. Foi quando eu descrevi os sintomas e joguei as opções no ChatGPT e perguntei qual delas era a mais provável.
Foi o ChatGPT quem acabou dando a dica certa. A resposta era que nenhum daqueles transtornos era provável, mas sim o autismo.
Eu achei que ele estava alucinando e comecei a explicar a ele que autismo era outra coisa completamente diferente e não tinha nada a ver com o meu problema. Daí ele começou a me ensinar sobre autismo e eu pude perceber que, na verdade, eu não tinha a menor noção sobre o que era autismo.
Enfim, então eu pesquisei sobre como eu poderia conseguir um diagnóstico correto e decidi que ao menos um diagnóstico médico real para o meu problema eu queria finalmente ter.
A forma correta de ter um diagnóstico começa com um laudo neuropsicológico e, depois, com o laudo em mãos, é preciso a confirmação de um psiquiatra.
Eu procurei e achei uma neuropsicóloga na minha cidade e fui atrás do tal laudo; são 2 meses e várias sessões para fazer o laudo. Eu não sabia, mas ele inclui um teste de QI.
Basicamente, o meu laudo indicou transtorno do espectro autista nível 1.
Isso seria classificado no passado como Síndrome de Asperger e não como autismo do tipo Rain Man.
Confesso que fiquei meio chocado em descobrir que o problema que eu estava tentando curar é, na verdade, uma deficiência mental sem cura. Mas, na verdade, isso explica muita coisa, inclusive o porquê de, mesmo depois de ter sido tão honesto comigo mesmo nessa jornada de 20 anos, mudando tanta coisa dentro de mim, ainda assim eu não ter conseguido resolver o problema.
Ao menos a culpa do fracasso eu não preciso mais carregar.
Embora seja uma deficiência mental, ela não afeta a minha inteligência. Eu sempre soube que eu sou mais inteligente do que a média, mas também já conheci muita gente claramente mais inteligente do que eu, então eu sempre tive curiosidade em saber o meu QI e o laudo me deu a resposta.
Eu tenho um QI de 119 na escala Wechsler de inteligência para adultos (WAIS-III), o que é acima da média, mas está abaixo do que classificam como "altas habilidades" e popularmente chamamos de genialidade e superdotação.
Ou seja, nada de especial aqui, eu sou só inteligente, mas nada fora do normal. Eu já era inteligente o suficiente para perceber isso, mas confesso que gostaria de ter pontuado melhor. Seria legal ter alguma excepcionalidade positiva para compensar a deficiência mental.
Sobre os malefícios do meu problema, até hoje eu carrego uma depressão leve, que também apareceu no laudo, ou seja, em 26 anos de problema, eu nunca me livrei completamente da depressão, embora tenha aprendido a conviver com ela, o que me tirou da depressão profunda que eu já vivi aos vinte e poucos.
Minha deficiência é específica em comunicação social, eu não consigo fazer amigos, não tenho nenhuma noção de como funciona o flerte, então minha habilidade de arrumar namoradas é zero, mas, de passar vergonhas históricas tentando minha capacidade é 10, nisso eu sou medalha de ouro.
Eu nunca me vitimizei por conta desses problemas, mesmo porque eu sempre achei que a culpa era minha, mas sempre olhei para pessoas que nascem em circunstâncias mais difíceis do que a minha e sempre achei que, apesar dos meus problemas, tem muita gente enfrentando coisa pior.
Ainda com cerca de 25 anos de idade, eu tive um período em que, apesar de pensar assim, eu admiti para mim mesmo que, embora isso seja verdade, a vida das pessoas ao meu redor e que nasceram em condições semelhantes à minha, como irmãos e primos, definitivamente é mais fácil do que a minha.
A vida com esse tipo de deficiência sempre vai ser mais difícil do que a de alguém que vive em um meio semelhante, mas não tem uma deficiência qualquer. Ainda assim, essa é a vida, poderia ser pior.
Lá atrás, embora eu achasse que se tratava de uma doença curável, eu já lidei com essa questão e não acho que ter uma condição que torne a vida mais difícil é desculpa para qualquer coisa.
Ainda assim sou solteiro, moro com minha mãe e 39 gatos, já aceitei que vou acabar nunca tendo família ainda que seja bem sucedido profissionalmente e não tenha problemas financeiros.
Minha vida sempre vai ser diferente do que seria o "normal".
Tá aí o longo relato sobre minha descoberta aos 46 anos sobre algo que eu jamais imaginei que pudesse ter.
Não querendo me gabar ,mas também possuo algumas habilidades excepcionais aos 9 anos ja estava conseguindo ser alfabetizado! Praticamente um Eistein!
Não se sinta um excluído socialmente porque ser anti social é uma característica natural do seu signo, então é voce que se afasta de pessoas que não possuem valores relevantes ao seu padrão de exigência! Afinal quantidade não é qualidade melhor ter poucos amigos verdadeiros do que muitos colegas falsos, devido a minha sinceridade só continuam sendo meus amigos os que agüentam ouvir verdades, então antes só do que mal acompanhado, as vezes ao invés de arrumar uma companhia você arruma mais um problema para sua vida, digo isso porque alem de ser anti social muito seletivo eu ainda possuo natureza individualista!
Você é uma pessoa que possui uma visão mais profunda da vida e do universo vivendo em uma sociedade onde a maioria é frívola de valores morais e filosóficos rasos, dai sua falta de "AFINADE SOCIAL" se limitando apenas absorção de conhecimentos intelectuais! Restando alguns grupos seletos que compartilham visões de mundos semelhantes!
Não temas a vida é eterna e sua alma gêmea te aguarda em algum lugar do universo, talvez esta separação momentânea seja alguma espécie de aprendizado mas, os semelhantes se buscam naturalmente e se reencontraram no tempo mais proveitoso das suas existências! Com tudo não existe milagres sem o ingrediente da vontade e a falta dela inconscientemente acaba criando obstáculos inexistentes conhecido como pessimismos de “videntes”.
Fé = vontade capaz de remover montanhas, fazer o impossível acontecer acreditar em si mesmo, determinado isso o universo conspirará ao seu favor.
Mal grado todo pessimismo causado por suas tentativas frustradas até agora, não desista nunca tenha fé faça acontecer.
Se realmente seu intimo deseja então que lute, corra atrás não espere ninguém vir te pedir em casamento.....kkkkkkkkkkkkkkk Voce é um cara inteligente e muito culto desenvolva a cara de pau (habito de conversar com estranhos como se estivesse falando normalmente com algum conhecido)...afinal de contas todos somos seres humanos vivenciando as mesmas dificuldades, necessidades , desejos , tristezas e alegrias, basta conversar naturalmente, se papo fluir descontraidamente não perca oportunidade a que veio e tasca uma cantada e se rolar rolou , se não rolar (porque não era para ser mesmo então melhor assim) é aproveitar experiência e borá partir para próxima tentativa!
Mulheres gostam de homens bem humorados, otimistas, engraçados inteligentes que as façam rir, normalmente a falta de boa aparência é compensada pela simpatia, inteligência e bom humor, pessoas caídas de moral baixa , pessimistas, resmungonas mesmo tendo boa aparência se tornam repelentes sociais, se conseguir ser bem humorado inteligente sem se tornar um chato inconveniente conseguirá obter êxito, claro para isso será necessário encontrar o principal afinidades!
Creio eu que a maioria das doenças mentais na sua origem são causadas por frustrações do ser isto ou ter sido aquilo, pessoas que não aprendem lidar e aceitar frustrações e contrariedades, acabam culpando os outros ou a si mesmas, os dois casos são auto punitivos, mente doente corpo doente!
Quanto ao autismo, se tratando da mente analisando o comportamento da mente, nunca será uma ciência exata pelo fator obvio a mente possui o fator criador capaz de contrariar qualquer traço comportamental pré estabelecido.
Entendo conceito de autismo como a capacidade do ser conseguir se desconectar da realidade proporcionada pelos cincos sentidos.
Essa capacidade pode ser inicialmente voluntaria quando individuo não aceita a realidade que o desagrada e dependendo da força dessa vontade pode acabar se tornando “permanentemente involuntária”
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Data da postagem: 24/05/2026, 12:48
criaturo
Quanto ao autismo, se tratando da mente analisando o comportamento da mente, nunca será uma ciência exata pelo fator obvio a mente possui o fator criador capaz de contrariar qualquer traço comportamental pré estabelecido.
Entendo conceito de autismo como a capacidade do ser conseguir se desconectar da realidade proporcionada pelos cincos sentidos.
Essa capacidade pode ser inicialmente voluntaria quando individuo não aceita a realidade que o desagrada e dependendo da força dessa vontade pode acabar se tornando “permanentemente involuntária”
O autismo é basicamente uma deficiência mental na comunicação.
Da mesma forma que um cego não consegue ver com os olhos, mas se adapta para usar o tato e a audição para compreender o ambiente e navegar nele, o autista não tem certas capacidades de comunicação e acaba adaptando para usar a razão para preencher as lacunas.
A comparação com a cegueira é porque o autista real realmente não consegue processar e compreender algo que outra pessoas conseguem. Ele é "cego" a certos mecanismos da comunicação verbal e não verbal.
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Data da postagem: 01/06/2026, 16:21

NadaSeiLembrei do filme "Birdy", de 1984.
O autismo é basicamente uma deficiência mental na comunicação.
Da mesma forma que um cego não consegue ver com os olhos, mas se adapta para usar o tato e a audição para compreender o ambiente e navegar nele, o autista não tem certas capacidades de comunicação e acaba adaptando para usar a razão para preencher as lacunas.
A comparação com a cegueira é porque o autista real realmente não consegue processar e compreender algo que outra pessoas conseguem. Ele é "cego" a certos mecanismos da comunicação verbal e não verbal.
Um adolescente marca um encontro com duas meninas e chama o amigo autista para ir junto.
Lá chegando, ele vai com uma menina para um galpão e deixa o amigo no carro com a outra.
Mas o cara é autista e não sabe o que fazer. Fica lá sentado. A menina então bota os peitões pra fora e ele pergunta:
"Por que você está me mostrando suas glândulas mamárias?"
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Data da postagem: 02/06/2026, 11:07

Fernando_SilvaLembrei do filme "Birdy", de 1984.
NadaSei
O autismo é basicamente uma deficiência mental na comunicação.
Da mesma forma que um cego não consegue ver com os olhos, mas se adapta para usar o tato e a audição para compreender o ambiente e navegar nele, o autista não tem certas capacidades de comunicação e acaba adaptando para usar a razão para preencher as lacunas.
A comparação com a cegueira é porque o autista real realmente não consegue processar e compreender algo que outra pessoas conseguem. Ele é "cego" a certos mecanismos da comunicação verbal e não verbal.
Um adolescente marca um encontro com duas meninas e chama o amigo autista para ir junto.
Lá chegando, ele vai com uma menina para um galpão e deixa o amigo no carro com a outra.
Mas o cara é autista e não sabe o que fazer. Fica lá sentado. A menina então bota os peitões pra fora e ele pergunta:
"Por que você está me mostrando suas glândulas mamárias?"
ESTE FILME FOI MAIS TRISTE DO QUE "O ULTIMO AMERICANO VIRGEM"
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Data da postagem: 03/06/2026, 10:19

NadaSei
criaturo
Quanto ao autismo, se tratando da mente analisando o comportamento da mente, nunca será uma ciência exata pelo fator obvio a mente possui o fator criador capaz de contrariar qualquer traço comportamental pré estabelecido.
Entendo conceito de autismo como a capacidade do ser conseguir se desconectar da realidade proporcionada pelos cincos sentidos.
Essa capacidade pode ser inicialmente voluntaria quando individuo não aceita a realidade que o desagrada e dependendo da força dessa vontade pode acabar se tornando “permanentemente involuntária”
O autismo é basicamente uma deficiência mental na comunicação.
Da mesma forma que um cego não consegue ver com os olhos, mas se adapta para usar o tato e a audição para compreender o ambiente e navegar nele, o autista não tem certas capacidades de comunicação e acaba adaptando para usar a razão para preencher as lacunas.
A comparação com a cegueira é porque o autista real realmente não consegue processar e compreender algo que outra pessoas conseguem. Ele é "cego" a certos mecanismos da comunicação verbal e não verbal.
Algumas dificuldades são impostas naturalmente pela consequência aleatória dos fatos, outras por questões físicas naturais, mas algumas são criadas pelo ser isto ou ser aquilo.
O que move ações na busca de um objetivo é a força de vontade, quando de fato ela não existe inconscientemente pessoas tendem a criar obstáculos imaginários , pior do que o pessimismo vidente é auto piedade que anula toda força de vontade.
Considero que todas as pessoas em maior ou menor grau sejam mais ou menos autistas , quando a pessoa esta ligada ao celular ela simplesmente desconecta do mundo real e se conecta ao mundo virtual, ela simplesmente para de ouvir e enxergar ao ponto de cair em um buraco na rua.
Quando a conversa não esta interessando a pessoa consegue desligar seus ouvidos e concentrar sua atenção no seu mundo mental!
Outro tipo de autismo voluntario é a desconexão deste mundo forçado por meio de drogas.
Nos casos mais graves quando a realidade torna se insuportável por força da vontade a pessoa desconecta do mundo real entra no seu mundo mental e lá permanecerá a té conseguir ser despertada por algo que consiga lhe chamar atenção no mundo real!
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Data da postagem: 03/06/2026, 18:07

criaturo
Outro tipo de autismo voluntario é a desconexão deste mundo forçado por meio de drogas.
Isso pode resultar num BPC para a turma do CV
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Data da postagem: 04/06/2026, 06:06

O ENCOSTO
criaturo
Outro tipo de autismo voluntario é a desconexão deste mundo forçado por meio de drogas.
Isso pode resultar num BPC para a turma do CV
Falando em benefícios para traficantes, Governo lula anda preocupado com a classificação de narco terrorismo porque isto irá encarecer os entorpecentes e diminuir as verbas para campanhas eleitorais! Agora políticos vão ter apelar para o banco central abaixar os juros para financiar a produção de drogas. ....kkkkkkkk
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Data da postagem: 04/06/2026, 11:24

criaturo
NadaSei
criaturo
Quanto ao autismo, se tratando da mente analisando o comportamento da mente, nunca será uma ciência exata pelo fator obvio a mente possui o fator criador capaz de contrariar qualquer traço comportamental pré estabelecido.
Entendo conceito de autismo como a capacidade do ser conseguir se desconectar da realidade proporcionada pelos cincos sentidos.
Essa capacidade pode ser inicialmente voluntaria quando individuo não aceita a realidade que o desagrada e dependendo da força dessa vontade pode acabar se tornando “permanentemente involuntária”
O autismo é basicamente uma deficiência mental na comunicação.
Da mesma forma que um cego não consegue ver com os olhos, mas se adapta para usar o tato e a audição para compreender o ambiente e navegar nele, o autista não tem certas capacidades de comunicação e acaba adaptando para usar a razão para preencher as lacunas.
A comparação com a cegueira é porque o autista real realmente não consegue processar e compreender algo que outra pessoas conseguem. Ele é "cego" a certos mecanismos da comunicação verbal e não verbal.
Algumas dificuldades são impostas naturalmente pela consequência aleatória dos fatos, outras por questões físicas naturais, mas algumas são criadas pelo ser isto ou ser aquilo.
O que move ações na busca de um objetivo é a força de vontade, quando de fato ela não existe inconscientemente pessoas tendem a criar obstáculos imaginários , pior do que o pessimismo vidente é auto piedade que anula toda força de vontade.
Considero que todas as pessoas em maior ou menor grau sejam mais ou menos autistas , quando a pessoa esta ligada ao celular ela simplesmente desconecta do mundo real e se conecta ao mundo virtual, ela simplesmente para de ouvir e enxergar ao ponto de cair em um buraco na rua.
Quando a conversa não esta interessando a pessoa consegue desligar seus ouvidos e concentrar sua atenção no seu mundo mental!
Outro tipo de autismo voluntario é a desconexão deste mundo forçado por meio de drogas.
Nos casos mais graves quando a realidade torna se insuportável por força da vontade a pessoa desconecta do mundo real entra no seu mundo mental e lá permanecerá a té conseguir ser despertada por algo que consiga lhe chamar atenção no mundo real!
Puta merda.
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Data da postagem: 11/06/2026, 07:53

NadaSei
criaturo
Quanto ao autismo, se tratando da mente analisando o comportamento da mente, nunca será uma ciência exata pelo fator obvio a mente possui o fator criador capaz de contrariar qualquer traço comportamental pré estabelecido.
Entendo conceito de autismo como a capacidade do ser conseguir se desconectar da realidade proporcionada pelos cincos sentidos.
Essa capacidade pode ser inicialmente voluntaria quando individuo não aceita a realidade que o desagrada e dependendo da força dessa vontade pode acabar se tornando “permanentemente involuntária”
O autismo é basicamente uma deficiência mental na comunicação.
Da mesma forma que um cego não consegue ver com os olhos, mas se adapta para usar o tato e a audição para compreender o ambiente e navegar nele, o autista não tem certas capacidades de comunicação e acaba adaptando para usar a razão para preencher as lacunas.
A comparação com a cegueira é porque o autista real realmente não consegue processar e compreender algo que outra pessoas conseguem. Ele é "cego" a certos mecanismos da comunicação verbal e não verbal.
E nesse ponto que a condição se encontra com AHSD. Enquanto o autismo e devido a problemas com comunicação devido a incompreensão o SD encontra o mesmo desafio devido ao excesso de estímulos sensoriais. Voce percebe mais que outros e isso desenvolve teu talento mais rapido em certas circunstâncias.
Nem todo SD é gênio, mas todo gênio e um SD porque estava num ambiente ou circunstância que favoreceu seu desenvolvimento.
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Data da postagem: 11/06/2026, 07:56